Educação Matemática em destaque
Educação Matemática
O campo que investiga o ensino e a aprendizagem da Matemática, suas tendências de pesquisa e o lugar do GEPEMA nele: as sete linhas de investigação do grupo, a Etnomatemática como teoria do conhecimento em construção e artigos dos pesquisadores, identificados pelo DOI.
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O que é Educação Matemática
A Educação Matemática é o campo que investiga os processos de ensino e de aprendizagem da Matemática — suas práticas, seus sujeitos, seus contextos e seus fundamentos.
Não se confunde com a Matemática nem com a Pedagogia: situa-se no encontro entre elas e dialoga com a história, a filosofia, a psicologia, a antropologia e a sociologia. Seus objetos vão da sala de aula à formação de professores, da cultura às tecnologias.
No GEPEMA, a sala de aula é tomada como lugar de construção de base teórico-conceitual — não apenas como campo de aplicação. É dessa posição que o grupo pesquisa, ensina, forma e produz recursos.
Fonte: GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (GEPEMA). Apresentação institucional: pesquisa, formação e Educação Matemática. São Luís: IFMA, 2026. FIORENTINI, Dario; LORENZATO, Sergio. Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Autores Associados, 2006.
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Perguntas que o campo formula
- Como se aprende Matemática?
- Como se ensina — e com que finalidades?
- Que Matemática circula em cada cultura?
- Como se forma quem ensina?
- Como o conhecimento matemático se constituiu historicamente?
Fonte: GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (GEPEMA). Apresentação institucional: pesquisa, formação e Educação Matemática. São Luís: IFMA, 2026. FIORENTINI, Dario; LORENZATO, Sergio. Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Autores Associados, 2006.
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Constituição do campo
A Educação Matemática se organiza como campo internacional no início do século XX. Em 1908, durante o IV Congresso Internacional de Matemáticos, em Roma, foi criada a Comissão Internacional de Instrução Matemática (ICMI), presidida inicialmente por Felix Klein. Em 1969, a ICMI realizou em Lyon, sob a presidência de Hans Freudenthal, o primeiro Congresso Internacional de Educação Matemática (ICME), que desde então reúne a comunidade do campo a cada quatro anos.
No Brasil, a consolidação institucional tem um marco: a Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM) foi fundada em 27 de janeiro de 1988, durante o II Encontro Nacional de Educação Matemática (ENEM), em Maringá (PR), para congregar profissionais da Educação Matemática e de áreas afins.
A partir daí, o campo ganha programas de pós-graduação, periódicos, encontros regionais e nacionais e linhas de pesquisa próprias — entre elas, as que o GEPEMA desenvolve desde 2013 no IFMA.
Fonte: INTERNATIONAL MATHEMATICAL UNION. History of the International Commission on Mathematical Instruction (ICMI). [S. l.]: IMU, [20--]. Disponível em: https://www.mathunion.org/icmi/organization/history. Acesso em: 26 set. 2026. SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. A Sociedade. [S. l.]: SBEM, [20--]. Disponível em: https://www.sbembrasil.org.br/sbembrasil/index.php/a-sociedade. Acesso em: 26 set. 2026.
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Tendências de pesquisa em Educação Matemática
O campo se organiza em tendências — modos de conceber o ensino e a aprendizagem da Matemática que orientam a pesquisa e a prática. Algumas das mais consolidadas:
- Resolução de Problemas — o problema como ponto de partida da atividade matemática, e não como aplicação ao fim do conteúdo (POLYA, 1978).
- Modelagem Matemática — a construção de modelos para compreender e intervir em situações da realidade (BASSANEZI, 2002; BIEMBENGUT; HEIN, 2000).
- Etnomatemática — as maneiras de explicar, conhecer e lidar com o ambiente produzidas por diferentes grupos culturais (D'AMBROSIO, 2001).
- História da Matemática — a constituição histórica dos conceitos como recurso de ensino e de compreensão (MIGUEL; MIORIM, 2004).
- Tecnologias Digitais — como softwares, ambientes virtuais e simulações transformam o que se aprende e como se aprende (BORBA; PENTEADO, 2001).
- Investigações Matemáticas — tarefas abertas em que o estudante formula questões, conjecturas e justificações (PONTE; BROCARDO; OLIVEIRA, 2003).
- Educação Matemática Crítica — a Matemática na formação para a democracia e para a leitura crítica da sociedade (SKOVSMOSE, 2001).
- Formação de Professores — os saberes, as práticas e a identidade de quem ensina (SHULMAN, 1987; FIORENTINI; LORENZATO, 2006).
- Didática da Matemática — as situações de ensino e as condições em que um saber matemático é aprendido (BROUSSEAU, 1986).
- Educação Matemática Inclusiva — as condições de acesso de todos os estudantes ao conhecimento matemático, considerando as diferenças (deficiências, transtornos do neurodesenvolvimento, altas habilidades, diversidade linguística e cultural) e as práticas, os recursos e a formação docente que as contemplam. No Brasil, a tendência se articula no Grupo de Trabalho Diferença, Inclusão e Educação Matemática (GT13) da Sociedade Brasileira de Educação Matemática, criado em 2013.
- Psicologia da Educação Matemática — os processos cognitivos e afetivos da aprendizagem matemática: formação de conceitos, representações, raciocínio, crenças e atitudes. Ganhou organização internacional com o grupo Psychology of Mathematics Education (PME), criado em 1976 (FALCÃO, 2003).
- Sociologia da Educação Matemática — a Educação Matemática como prática social: as desigualdades, as relações de poder e as condições institucionais e culturais em que se ensina e se aprende Matemática, objeto das abordagens sociológicas e sociopolíticas do campo (VALERO; ZEVENBERGEN, 2004).
- Filosofia da Educação Matemática — a natureza do conhecimento matemático e o sentido de ensiná-lo e aprendê-lo: questões epistemológicas, éticas e pedagógicas que fundamentam o campo. No Brasil, tem em Maria Aparecida Viggiani Bicudo uma referência central, sobretudo pela abordagem fenomenológica, entre outras perspectivas que a compõem (BICUDO; GARNICA, 2001).
Essas tendências não são compartimentos: uma mesma pesquisa pode combinar modelagem, tecnologia e perspectiva crítica. Uma leitura clássica das concepções de ensino de Matemática no Brasil está em Fiorentini (1995).
Fonte: as referências completas das obras citadas estão na seção Leituras de referência.
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Da pesquisa à sala de aula
A pesquisa em Educação Matemática só se completa quando volta à escola. Seus resultados chegam à sala de aula por quatro caminhos principais: o currículo, os materiais didáticos, a formação de professores e a avaliação.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define as aprendizagens essenciais de Matemática da Educação Básica; a pesquisa ajuda a interpretá-la, a criticá-la e a transformá-la em práticas de ensino.
No GEPEMA, esse retorno se faz em projetos de ensino e de extensão com escolas públicas, no Laboratório de Ensino de Matemática (LEMAT), nos percursos do Laboratório Virtual G e na formação inicial e continuada de professores — da licenciatura ao doutorado.
Fonte: GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (GEPEMA). Apresentação institucional: pesquisa, formação e Educação Matemática. São Luís: IFMA, 2026. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018.
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Linhas de investigação do GEPEMA
Linhas de pesquisa registradas pelo GEPEMA no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq. Diferentemente das tendências do campo, elas delimitam a atuação investigativa do grupo.
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Educação Matemática e Meio Ambiente
Investiga como a Matemática pode ler, modelar e problematizar questões socioambientais — e como essas questões podem dar sentido ao que se ensina.
- Como fenômenos ambientais podem ser modelados em sala de aula?
- Que decisões sociais dependem de argumentos matemáticos?
Modelagem matemática (BASSANEZI, 2002); Educação Matemática Crítica (SKOVSMOSE, 2001).
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Etnomatemática
Estuda as maneiras de contar, medir, localizar, classificar e explicar produzidas por diferentes grupos culturais, e suas relações com a Matemática escolar.
- Que conhecimentos são produzidos em práticas culturais, por quem, e quem os nomeia como matemáticos?
- Como dialogar com eles sem hierarquizá-los?
Programa Etnomatemática (D'AMBROSIO, 2001).
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Formação de Professores de Matemática
Investiga como se constituem os saberes, as práticas e a identidade de quem ensina Matemática, na formação inicial e continuada.
- Que conhecimentos o professor mobiliza ao ensinar?
- Como a prática se torna objeto de reflexão e pesquisa?
Base de conhecimentos para o ensino (SHULMAN, 1987); investigação em Educação Matemática (FIORENTINI; LORENZATO, 2006).
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História e Filosofia da Educação Matemática
Examina a constituição histórica dos conceitos e das práticas de ensino, bem como os pressupostos filosóficos sobre a natureza do conhecimento matemático.
- Como um conceito se tornou o que é?
- Que concepção de Matemática sustenta uma prática de ensino?
História na Educação Matemática (MIGUEL; MIORIM, 2004).
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História Oral e Educação Matemática
Produz e analisa fontes a partir de narrativas de professores, estudantes e comunidades, dando visibilidade a memórias da Educação Matemática.
- Como professores narram sua formação e sua prática?
- Que histórias do ensino não estão nos documentos?
História oral em Educação Matemática (GARNICA; FERNANDES; SILVA, 2011).
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Metodologia do Ensino da Matemática
Estuda abordagens, recursos e estratégias de ensino — resolução de problemas, investigações, modelagem, materiais e tecnologias — e seus efeitos na aprendizagem.
- Que tarefas favorecem a investigação matemática?
- Como recursos e tecnologias alteram o que se aprende?
Investigações matemáticas (PONTE; BROCARDO; OLIVEIRA, 2003); tecnologias (BORBA; PENTEADO, 2001).
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Práticas Pedagógicas no Ensino de Ciências e Matemática
Investiga práticas que articulam Ciências e Matemática, com atenção à experimentação, à contextualização e ao trabalho interdisciplinar.
- Como Ciências e Matemática podem ser ensinadas em diálogo?
- Que práticas tornam a experimentação formativa?
Ensino de Ciências (DELIZOICOV; ANGOTTI; PERNAMBUCO, 2002).
Fonte: CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO (Brasil). Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil: espelho do grupo GEPEMA — Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática. Brasília, DF: CNPq, 2026. Disponível em: https://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/2627641610005624. Acesso em: 19 set. 2026. Descrições, perguntas e interlocuções: síntese do campo elaborada para a Apresentação Institucional do GEPEMA (2026); as obras citadas estão em Leituras de referência.
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Etnomatemática: uma teoria do conhecimento
A linha que reúne mais estudantes no GEPEMA é também uma pergunta sobre o próprio conhecimento: o que existe, como o conhecemos e com que direito afirmamos conhecê-lo. Conheça a arquitetura dos objetos etnomatemáticos.
Explorar a Etnomatemática08
Artigos dos pesquisadores
Leia e baixe artigos publicados pelos pesquisadores do GEPEMA. O acesso é pelo DOI; quando o artigo tem licença aberta, o PDF é o disponibilizado pela própria revista.
Educação matemática antirracista em perspectiva hermenêutica: diálogos entre epistemologias do Sul e justiça epistêmica
CASTRO, Raimundo Santos de. Educação matemática antirracista em perspectiva hermenêutica: diálogos entre epistemologias do Sul e justiça epistêmica. Práticas Educativas, Memórias e Oralidades — Rev. Pemo, Fortaleza, v. 8, e15759, 2026. DOI: 10.47149/pemo.v8.e15759.
Propõe uma leitura hermenêutica da educação matemática antirracista, articulando epistemologias do Sul, Etnomatemática e justiça epistêmica para interrogar os fundamentos eurocêntricos do ensino de Matemática.
CC BY 4.0
Uma introdução à filosofia da matemática e suas implicações epistemológicas e didáticas na filosofia da educação matemática
CASTRO, Raimundo Santos de. Uma introdução à filosofia da matemática e suas implicações epistemológicas e didáticas na filosofia da educação matemática. Revista Eletrônica de Educação Matemática (REVEMAT), Florianópolis, v. 21, p. 1-20, 2026. DOI: 10.5007/1981-1322.2026.e107438.
Percorre as principais correntes da filosofia da matemática — platonismo, logicismo, formalismo, intuicionismo — e discute o que cada concepção de Matemática implica para o ensino e para a pesquisa em Educação Matemática.
CC BY 4.0
Decolonialidade na educação matemática: transformações no currículo, na formação docente e nas práticas avaliativas
CASTRO, Raimundo Santos de. Decolonialidade na educação matemática: transformações no currículo, na formação docente e nas práticas avaliativas. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 25, n. 84, p. 320-334, 2025. DOI: 10.7213/1981-416x.25.084.ao05.
Examina como a predominância de epistemologias eurocêntricas marginaliza saberes de outros povos e discute a Etnomatemática como caminho para transformar currículo, formação de professores e avaliação.
CC BY 4.0
Educação matemática decolonial: caminhos críticos para a reexistência pedagógica
CASTRO, Raimundo Santos de. Educação matemática decolonial: caminhos críticos para a reexistência pedagógica. Educação On-line, Rio de Janeiro, v. 21, n. 1, e2621102, 2026. DOI: 10.36556/eol.v21i1.2063.
Ensaio sobre a educação matemática decolonial como proposta pedagógica que valoriza saberes de povos indígenas e afrodescendentes e questiona a hegemonia eurocêntrica nos currículos escolares.
CC BY-NC 4.0
A eterna lógica dos saberes: a filosofia da educação matemática como horizonte crítico e formativo
CASTRO, Raimundo Santos de. A eterna lógica dos saberes: a filosofia da educação matemática como horizonte crítico e formativo. Revista Políticas Públicas & Cidades, [S. l.], v. 14, p. 1-25, 2025. DOI: 10.23900/2359-1552v14n9-63-2025.
Discute a filosofia da educação matemática como horizonte crítico para a formação, articulando concepções de conhecimento matemático e finalidades do ensino.
CC BY-NC-ND 4.0
Entrelaçamentos e possibilidades dos jogos de linguagem matemáticos: seus usos na comunidade remanescente de Quilombos da Agrovila de Espera, Alcântara - MA
CASTRO, Raimundo Santos de; CALDEIRA, Ademir Donizeti. Entrelaçamentos e possibilidades dos jogos de linguagem matemáticos: seus usos na comunidade remanescente de Quilombos da Agrovila de Espera, Alcântara - MA. Revista Exitus, Santarém, v. 7, n. 2, p. 32-54, 2017. DOI: 10.24065/2237-9460.2017v7n2id299.
Investiga os usos da Matemática como jogos de linguagem em uma comunidade remanescente de quilombos em Alcântara (MA), em diálogo com a Etnomatemática.
CC BY-NC 4.0
Histórias da formação e de professores que ensinam Matemática: possíveis aproximações teórico-metodológicas
NACARATO, Adair Mendes; OLIVEIRA, Andréia Maria Pereira; FERNANDES, Déa Nunes. Histórias da formação e de professores que ensinam Matemática: possíveis aproximações teórico-metodológicas. Zetetiké, Campinas, v. 25, n. 1, p. 46-74, 2017. DOI: 10.20396/zet.v25i1.8647745.
Discute caminhos teórico-metodológicos para pesquisar a história da formação de professores que ensinam Matemática, articulando fontes documentais e narrativas.
CC BY-NC-ND 4.0
A educação especial no ensino regular: olhares, fazeres e tramas de professores de matemática
FERNANDES, Déa Nunes; ARAÚJO, Fernanda Milla Silva. A educação especial no ensino regular: olhares, fazeres e tramas de professores de matemática. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 8, n. 6, p. 48080-48090, 2022. DOI: 10.34117/bjdv8n6-351.
Pesquisa narrativa com professores de Matemática do IFMA, Campus São Luís — Monte Castelo, sobre o ensino a estudantes da educação especial em turmas regulares: formação inicial, formação continuada e compromisso com a inclusão.
Licença da revista
O Portal não hospeda os arquivos: os links levam ao registro do DOI e ao PDF publicado pela própria revista, oferecido somente para artigos com licença Creative Commons. A produção completa está em Produção Científica.
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Recursos externos oficiais
Sociedades científicas, agências e plataformas públicas para quem estuda, ensina ou pesquisa em Educação Matemática. Os endereços abrem em sites externos ao Portal.
- Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM) (site externo — SBEM)
Sociedade científica da área no Brasil: eventos nacionais, grupos de trabalho e periódicos de Educação Matemática.
- Plataforma Lattes (site externo — CNPq)
Currículos de pesquisadores e estudantes brasileiros — fonte dos dados acadêmicos apresentados no Portal.
- Portal de Periódicos da CAPES (site externo — CAPES)
Biblioteca virtual de periódicos e bases científicas; parte do acervo é de acesso livre e o acesso completo depende de vínculo com instituição participante.
- eduCAPES (site externo — CAPES)
Portal de objetos educacionais abertos para estudantes e professores da educação básica e superior.
- MEC RED — Recursos Educacionais Digitais (site externo — Ministério da Educação)
Plataforma de recursos educacionais digitais do Ministério da Educação.
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Leituras de referência
Obras citadas nesta página e indicadas para quem começa a estudar Educação Matemática (NBR 6023:2018):
- BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002.
- BICUDO, Maria Aparecida Viggiani; GARNICA, Antonio Vicente Marafioti. Filosofia da educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
- BIEMBENGUT, Maria Salett; HEIN, Nelson. Modelagem matemática no ensino. São Paulo: Contexto, 2000.
- BORBA, Marcelo de Carvalho; PENTEADO, Miriam Godoy. Informática e educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
- BROUSSEAU, Guy. Fondements et méthodes de la didactique des mathématiques. Recherches en Didactique des Mathématiques, Grenoble, v. 7, n. 2, p. 33-115, 1986.
- D'AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
- DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO, Marta Maria. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
- FALCÃO, Jorge Tarcísio da Rocha. Psicologia da educação matemática: uma introdução. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
- FIORENTINI, Dario. Alguns modos de ver e conceber o ensino da matemática no Brasil. Zetetiké, Campinas, v. 3, n. 4, p. 1-38, 1995. DOI: 10.20396/zet.v3i4.8646877.
- FIORENTINI, Dario; LORENZATO, Sergio. Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Autores Associados, 2006.
- GARNICA, Antonio Vicente Marafioti; FERNANDES, Déa Nunes; SILVA, Heloisa da. Entre a amnésia e a vontade de nada esquecer: notas sobre regimes de historicidade e história oral. Bolema, Rio Claro, v. 25, n. 41, p. 213-250, dez. 2011.
- MIGUEL, Antonio; MIORIM, Maria Ângela. História na educação matemática: propostas e desafios. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
- POLYA, George. A arte de resolver problemas: um novo aspecto do método matemático. Rio de Janeiro: Interciência, 1978.
- PONTE, João Pedro da; BROCARDO, Joana; OLIVEIRA, Hélia. Investigações matemáticas na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
- SHULMAN, Lee S. Knowledge and teaching: foundations of the new reform. Harvard Educational Review, Cambridge, v. 57, n. 1, p. 1-22, 1987.
- SKOVSMOSE, Ole. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001.
- VALERO, Paola; ZEVENBERGEN, Robyn (ed.). Researching the socio-political dimensions of mathematics education: issues of power in theory and methodology. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 2004. DOI: 10.1007/b120597.
Fonte: Seleção do GEPEMA.