Educação Matemática em destaque

Etnomatemática

Linha de pesquisa do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática (GEPEMA) e, ao mesmo tempo, uma pergunta sobre o próprio conhecimento: o que existe, como o conhecemos e o que nos autoriza a afirmar que conhecemos. Aqui, a Etnomatemática é tratada como teoria do conhecimento.

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Etnomatemática no GEPEMA

A Etnomatemática é uma das sete linhas de pesquisa do GEPEMA e a que reúne mais estudantes: dois pesquisadores e sete estudantes estão vinculados a ela no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq.

Estuda as maneiras de contar, medir, localizar, classificar e explicar produzidas por diferentes grupos culturais e suas relações com a Matemática escolar. No grupo, essa investigação se faz também em campo: em comunidades quilombolas de Alcântara (MA), em práticas de pesca, de construção e de comércio em São Luís, e na formação de professores.

Fonte: CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO (Brasil). Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil: espelho do grupo GEPEMA — Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática. Brasília, DF: CNPq, 2026. Disponível em: https://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/2627641610005624. Acesso em: 19 set. 2026.

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O Programa Etnomatemática

O Programa Etnomatemática começa a tomar corpo em meados da década de 1970, a partir do trabalho de Ubiratan D'Ambrosio. O nome foi composto, como o próprio autor reconhece, num "abuso etimológico" de três raízes: etno, os distintos contextos naturais, sociais e culturais; matema, explicar, conhecer, entender, lidar com; e tica, de techné, as artes, técnicas e maneiras. Etnomatemática são, assim, as ticas de matema em distintos etnos: as maneiras de explicar e lidar com a realidade desenvolvidas por diferentes grupos.

Etno + matema + tica

Para D'Ambrosio, o programa é uma investigação sobre o ciclo do conhecimento: como ele é gerado, como se organiza intelectualmente e socialmente e como é difundido. Por isso é um programa interdisciplinar, que atravessa as ciências da cognição, a epistemologia, a história, a sociologia e a educação.

O programa é descrito em seis dimensões:

  • Conceitual — o que é conhecer e por que a Matemática surge como resposta humana a necessidades de sobrevivência e de transcendência.
  • Histórica — como os conhecimentos matemáticos se constituíram em diferentes culturas e tempos.
  • Cognitiva — como as pessoas comparam, classificam, quantificam, medem, explicam e inferem.
  • Epistemológica — como se passa de observações e práticas a teorias e explicações.
  • Política — as relações de poder que valorizam certos conhecimentos e subordinam outros.
  • Educacional — o que muda no ensino quando se reconhecem os saberes dos estudantes e de suas comunidades.

É desse programa que parte a perspectiva desenvolvida no GEPEMA, apresentada nas seções seguintes.

Fonte: D'AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. D'AMBROSIO, Ubiratan. Sociedade, cultura, matemática e seu ensino. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 99-120, jan./abr. 2005.

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Mais que uma linha: uma teoria do conhecimento

Quando uma pesquisa afirma ter identificado um conhecimento matemático em um grupo sociocultural, uma pergunta anterior a qualquer método se impõe: o que, exatamente, estamos dizendo que existe? Em que sentido aquilo é matemático? Estava presente na prática ou foi constituído como tal pelo olhar do pesquisador?

Essas perguntas deslocam a Etnomatemática de uma discussão apenas pedagógica ou cultural para um problema ao mesmo tempo ontológico (o que existe?), epistemológico (como podemos conhecê-lo?) e metodológico (com que procedimentos?). É nesse sentido que o GEPEMA a trata como teoria do conhecimento, e não apenas como abordagem de ensino.

Ontologia → Epistemologia → Metodologia

Ubiratan D'Ambrosio deslocou a Matemática de uma representação exclusivamente universal e descontextualizada, chamando a atenção para modos culturalmente situados de explicar, conhecer e lidar com diferentes ambientes. Paulus Gerdes mostrou que práticas e artefatos culturais podem revelar estruturas matematicamente fecundas sem se reduzirem à reprodução da matemática escolar. Gelsa Knijnik permitiu problematizar os regimes de verdade pelos quais certos conhecimentos matemáticos adquirem legitimidade enquanto outros são subordinados.

A pergunta que permanece é se pluralidade significa equivalência absoluta entre todas as interpretações. A resposta desenvolvida no grupo é: não.

Fonte: Perspectiva teórica desenvolvida no GEPEMA por Raimundo Santos de Castro (2026), a partir de texto-base ainda não publicado.

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Realidade, matematizabilidade e matematização

A pesquisa etnomatemática precisa distinguir três dimensões que costumam ser confundidas.

Realidade ≠ Matematizabilidade ≠ Matematização

A realidade são os objetos, relações, práticas, processos, necessidades e condições concretas existentes. A matematizabilidade é a possibilidade de certas relações dessa realidade serem inteligíveis por estruturas quantitativas, espaciais, relacionais ou formais. A matematização é a operação epistemológica pela qual o pesquisador reconstrói, representa ou interpreta matematicamente essas relações.

Um artesão produz uma peça segundo procedimentos transmitidos entre gerações; o pesquisador mede a peça e encontra uma razão aproximadamente constante entre duas grandezas. Há ali três coisas diferentes: a relação material presente no artefato, o procedimento culturalmente constituído de produção e a representação matemática construída pelo pesquisador. Relacionam-se, mas não são idênticas.

O erro epistemológico é transformar a terceira na consciência matemática de quem produziu a primeira. Mostrar que uma prática pode ser modelada por um conceito é diferente de mostrar que esse conceito organiza o pensamento dos sujeitos.

Modelar matematicamente não é o mesmo que atribuir consciência matemática formal.

Fonte: Perspectiva teórica desenvolvida no GEPEMA por Raimundo Santos de Castro (2026), a partir de texto-base ainda não publicado.

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O que é um objeto etnomatemático

Uma formulação de trabalho: um objeto etnomatemático é uma configuração de relações, práticas, artefatos, procedimentos, representações ou formas de raciocínio culturalmente situadas, nas quais se manifestam modos sistemáticos de quantificar, ordenar, medir, localizar, comparar, inferir, modelar ou operar com regularidades — e cuja inteligibilidade matemática precisa ser reconstruída sem apagar sua constituição histórica e cultural.

A expressão decisiva é "precisa ser reconstruída". Ela impede duas reduções: supor que toda prática cultural já contém a Matemática acadêmica à espera de ser descoberta, e aceitar como matemática qualquer prática assim considerada, sem critérios adicionais.

Objeto real ≠ objeto conhecido ≠ objeto descrito

O acesso ao objeto é sempre mediado — por linguagem, história, cultura, teoria, instrumentos, posição social e procedimentos de pesquisa. Mas conhecimento mediado não significa realidade inexistente: o fato de conhecermos o mundo por meio de categorias não demonstra que o mundo seja produzido por elas. Práticas culturais enfrentam restrições materiais, regularidades e necessidades; uma técnica construtiva produz estabilidade ou não, um procedimento de navegação leva ou não ao destino. É a resistência do real.

Fonte: Perspectiva teórica desenvolvida no GEPEMA por Raimundo Santos de Castro (2026), a partir de texto-base ainda não publicado.

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Arquitetura dos objetos etnomatemáticos

Um objeto etnomatemático não é simplesmente descoberto na realidade nem livremente produzido pelo pesquisador. Ele emerge de uma relação entre realidade, prática, cultura, historicidade, relações matematizáveis, significação e reconstrução epistemológica. A pesquisa percorre essa relação em oito passagens — e, em cada uma, uma pergunta precisa ser feita.

Realidade Prática Cultura Historicidade Relações matematizáveis Significação Reconstrução epistemológica
  1. Real

    O que efetivamente acontece?

  2. Práticas culturais

    O que os sujeitos fazem?

  3. Relações matematizáveis

    Que regularidades ou estruturas podem ser identificadas — e quais admitem reconstrução matemática?

  4. Significações situadas

    O que essas ações significam para os próprios sujeitos?

  5. Reconstrução epistemológica

    Que categorias usamos para reconstruir essas relações — e o que se perde na tradução?

  6. Evidências

    Que evidências sustentam ou tensionam a interpretação?

  7. Crítica

    Foram consideradas explicações rivais? O que mostraria que a interpretação está equivocada?

  8. Conhecimento provisório

    O que podemos, finalmente, afirmar — e com que limites?

Que parte daquilo que chamamos de objeto etnomatemático pertence à prática investigada, e que parte resulta da reconstrução teórica do pesquisador? Essa distinção deve atravessar toda a investigação.

Fonte: Perspectiva teórica desenvolvida no GEPEMA por Raimundo Santos de Castro (2026), a partir de texto-base ainda não publicado.

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Objetividade situada e pluralismo não relativista

Pluralismo epistemológico é reconhecer múltiplas formas historicamente constituídas de produzir inteligibilidade sobre o mundo. Relativismo absoluto seria sustentar que não existem critérios racionais para distinguir interpretações mais ou menos adequadas. Se qualquer interpretação fosse igualmente válida, a pesquisa perderia sua função crítica: não haveria razão para buscar evidências nem possibilidade de erro.

Por objetividade situada entende-se uma objetividade que reconhece, ao mesmo tempo, a localização histórica e cultural de quem conhece, a existência de uma realidade que não se reduz às descrições, a mediação teórica de toda investigação, a necessidade de evidências, a crítica intersubjetiva e a falibilidade das interpretações.

Objetividade não é neutralidade absoluta. Situação não é arbitrariedade.

Traduzir uma prática para a linguagem científica é inevitável; o desafio é não reduzi-la. Dizer que uma técnica tradicional "é simplesmente geometria euclidiana" pode apagar sua história, sua função, seus modos de transmissão, sua relação com o território, sua estética e sua cosmologia. A matematização revela relações — e também pode ocultá-las.

Fonte: Perspectiva teórica desenvolvida no GEPEMA por Raimundo Santos de Castro (2026), a partir de texto-base ainda não publicado.

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Critérios de adequação de uma interpretação

Uma interpretação etnomatemática não deve ser julgada apenas por corresponder à matemática acadêmica, nem validada só por ter sido produzida em determinado contexto cultural. Ela pode ser examinada por, pelo menos, cinco critérios:

  • Adequação empírica — as afirmações são sustentadas pelas evidências?
  • Adequação cultural — a interpretação preserva os sentidos atribuídos pelos próprios sujeitos?
  • Adequação histórica — a prática é compreendida em suas condições de formação e transformação?
  • Adequação explicativa — a interpretação explica o fenômeno ou apenas o redescreve?
  • Adequação crítica — identifica relações de poder e silenciamentos sem antecipar dogmaticamente o que deveria demonstrar?

Evidência não é realidade: uma entrevista é uma produção discursiva situada, uma fotografia não é a prática, uma formalização matemática não é a consciência dos sujeitos. E triangular não é acumular fontes: é confrontar evidências que acessam dimensões distintas do objeto. Por fim, toda pesquisa rigorosa precisa dizer o que poderia mostrar que sua interpretação está equivocada.

Compromisso crítico não é conclusão antecipada.

Fonte: Perspectiva teórica desenvolvida no GEPEMA por Raimundo Santos de Castro (2026), a partir de texto-base ainda não publicado.

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Colonialidade e justiça epistêmica

Os sistemas de conhecimento não se encontram em condições simétricas de poder. Certos conhecimentos foram institucionalizados como ciência, matemática, racionalidade e verdade; outros foram classificados como crença, tradição, folclore ou costume. Essa hierarquização não é epistemologicamente inocente.

Por isso a Etnomatemática coloca um problema de justiça epistêmica: quem pode produzir conhecimento, nomear os objetos, definir as categorias, interpretar e validar? Quem é reconhecido como sujeito epistêmico? Uma pesquisa pode falar extensamente sobre uma comunidade e ainda assim reproduzir sua subalternização.

Uma justiça epistêmica de profundidade não se limita a incluir vozes antes excluídas: investiga os mecanismos históricos, institucionais, discursivos e materiais que produzem a desigual distribuição de autoridade epistêmica. Em diálogo com Enrique Dussel, isso exige abertura à exterioridade — admitir que o encontro com outro horizonte de conhecimento pode obrigar a revisar as próprias categorias com que se investiga.

Pesquisar o outro é também ser epistemologicamente interpelado pelo outro.

Fonte: Perspectiva teórica desenvolvida no GEPEMA por Raimundo Santos de Castro (2026), a partir de texto-base ainda não publicado.

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O que esta perspectiva recusa

  • Universalismo assimilacionista: tudo o que outras culturas fazem seria versão imperfeita da matemática acadêmica.
  • Relativismo absoluto: cada cultura teria sua verdade incomensurável, impossibilitando qualquer avaliação racional.
  • Construtivismo ontológico radical: nada existiria fora das construções discursivas.
  • Empirismo ingênuo: os objetos se apresentariam ao pesquisador sem mediação conceitual.

Realismo sem universalismo ingênuo · Pluralismo sem relativismo · Objetividade sem neutralidade absoluta · Contextualização sem arbitrariedade · Matematização sem colonização conceitual · Crítica sem conclusão antecipada

O desafio é reconhecer a profundidade ontológica e a dignidade epistemológica dos conhecimentos dos povos sem transformá-los em cópias incompletas da Matemática acadêmica nem em universos isolados, imunes à crítica e incomunicáveis.

Fonte: Perspectiva teórica desenvolvida no GEPEMA por Raimundo Santos de Castro (2026), a partir de texto-base ainda não publicado.

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Artigos em Etnomatemática

Artigos dos pesquisadores do GEPEMA na linha de Etnomatemática, com acesso pelo DOI.

2026 Etnomatemática

Educação matemática antirracista em perspectiva hermenêutica: diálogos entre epistemologias do Sul e justiça epistêmica

CASTRO, Raimundo Santos de. Educação matemática antirracista em perspectiva hermenêutica: diálogos entre epistemologias do Sul e justiça epistêmica. Práticas Educativas, Memórias e Oralidades — Rev. Pemo, Fortaleza, v. 8, e15759, 2026. DOI: 10.47149/pemo.v8.e15759.

Propõe uma leitura hermenêutica da educação matemática antirracista, articulando epistemologias do Sul, Etnomatemática e justiça epistêmica para interrogar os fundamentos eurocêntricos do ensino de Matemática.

Baixar PDF de “Educação matemática antirracista em perspectiva hermenêutica: diálogos entre epistemologias do Sul e justiça epistêmica” (arquivo da revista) Acessar pelo DOI — 10.47149/pemo.v8.e15759

CC BY 4.0

2026 Etnomatemática

Educação matemática decolonial: caminhos críticos para a reexistência pedagógica

CASTRO, Raimundo Santos de. Educação matemática decolonial: caminhos críticos para a reexistência pedagógica. Educação On-line, Rio de Janeiro, v. 21, n. 1, e2621102, 2026. DOI: 10.36556/eol.v21i1.2063.

Ensaio sobre a educação matemática decolonial como proposta pedagógica que valoriza saberes de povos indígenas e afrodescendentes e questiona a hegemonia eurocêntrica nos currículos escolares.

Baixar PDF de “Educação matemática decolonial: caminhos críticos para a reexistência pedagógica” (arquivo da revista) Acessar pelo DOI — 10.36556/eol.v21i1.2063

CC BY-NC 4.0

2017 Etnomatemática

Entrelaçamentos e possibilidades dos jogos de linguagem matemáticos: seus usos na comunidade remanescente de Quilombos da Agrovila de Espera, Alcântara - MA

CASTRO, Raimundo Santos de; CALDEIRA, Ademir Donizeti. Entrelaçamentos e possibilidades dos jogos de linguagem matemáticos: seus usos na comunidade remanescente de Quilombos da Agrovila de Espera, Alcântara - MA. Revista Exitus, Santarém, v. 7, n. 2, p. 32-54, 2017. DOI: 10.24065/2237-9460.2017v7n2id299.

Investiga os usos da Matemática como jogos de linguagem em uma comunidade remanescente de quilombos em Alcântara (MA), em diálogo com a Etnomatemática.

Acessar pelo DOI — 10.24065/2237-9460.2017v7n2id299

CC BY-NC 4.0

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Leituras de referência

Obras de referência para o estudo da Etnomatemática (NBR 6023:2018):

  • D'AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática: arte ou técnica de explicar e conhecer. São Paulo: Ática, 1990.
  • D'AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
  • D'AMBROSIO, Ubiratan. Sociedade, cultura, matemática e seu ensino. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 99-120, jan./abr. 2005.
  • GERDES, Paulus. Da etnomatemática a arte-design e matrizes cíclicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
  • KNIJNIK, Gelsa; WANDERER, Fernanda; GIONGO, Ieda Maria; DUARTE, Claudia Glavam. Etnomatemática em movimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.
  • SKOVSMOSE, Ole. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001.

Fonte: Seleção do GEPEMA.

Na Biblioteca de Educação Matemática

Artigos, dissertações e teses recentes classificados no tema Etnomatemática — registros validados da Biblioteca de Educação Matemática do GEPEMA. A classificação temática não é um juízo sobre a perspectiva etnomatemática de cada obra.

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