MatLabG · Experiência
Duas retas, um problema
O ponto comum como resposta — ou a falta dele.
Relação com o Laboratório Virtual G
Teoria e experimentação: explorar todos os vínculosPergunta científica
Como o plano cartesiano e a tabela de valores ajudam a resolver e a interpretar um problema com duas equações do 1º grau?
Execução restrita
Situações-problema (planos de telefone, estacionamento, lanchonete, galinhas e coelhos) e um modo livre: cada equação é uma reta, e a resposta é o ponto comum. Uma linha de leitura percorre a tabela e mostra a diferença entre as duas retas mudando sempre o mesmo tanto até zerar. Compare com retas paralelas e com a mesma reta, e interprete a solução no contexto.
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Conexões com a realidade e com outras áreas
Cada conexão traz uma aplicação resolvida: a situação, o modelo, o cálculo passo a passo e uma leitura crítica do resultado. Mude os dados para recalcular.
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Modelo hipotético de consumo
Qual plano de telefone compensa?
Dois planos com valor fixo mensal e preço por minuto diferentes: y = f₁ + t₁x e y = f₂ + t₂x. O ponto comum diz a partir de quantos minutos o plano de mensalidade maior passa a compensar; com tarifas iguais, as retas são paralelas e um plano é sempre mais barato. Valores hipotéticos.
Fonte: [1]
Como usar: aplicação resolvida
Modelo hipotético: o plano A cobra R$ f₁ por mês mais R$ t₁ por minuto; o plano B, R$ f₂ mais R$ t₂ por minuto. A partir de quantos minutos os dois custam o mesmo, e qual compensa antes e depois?
Modelo: Custos y = f₁ + t₁x e y = f₂ + t₂x. Comparação: f₁ + t₁x = f₂ + t₂x ⇒ (t₁ − t₂)x = f₂ − f₁.
- Plano A: y = 30 + 0,5x. Plano B: y = 50 + 0,25x.
- Igualando: (0,5 − 0,25)x = 50 − 30.
- x = 20 ÷ 0,25 = 80 minutos.
- Custo nesse ponto: R$ 70.
Resultado: Custam o mesmo com 80 minutos (R$ 70). Antes disso o plano A é mais barato; depois, o plano B.
Leitura crítica: O plano de mensalidade menor e minuto mais caro compensa para pouco uso; o ponto comum das retas marca a troca.
Referências
- BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.
- BOYER, C. B.; MERZBACH, U. C. História da matemática. 3. ed. São Paulo: Blucher, 2012.