Educadores matemáticos brasileiros e as configurações informais de aprendizagem
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Resumo
Resumo: Esta pesquisa apresenta um estudo sobre configurações informais de aprendizagem tendo como base os artigos publicados nos anais do Encontro Nacional de Educação Matemática, nos anos de 21, 24, 27 e 21 A principal questão que orientou esta pesquisa foi: Como os educadores matemáticos brasileiros por meio de seus artigos caracterizam as configurações informais de aprendizagem? Inspirados na Análise Textual Discursiva foi possível constituir a base de dados, ou seja, um corpus, e desenvolver uma investigação de âmbito qualitativo Para a constituição do corpus foram analisados 1616 artigos, tendo sido localizados apenas 51 relacionados à temática em questão, mesmo que de modo implícito Com isso foi possível observar que a produção de artigos sobre esse tema tem aumentado no decorrer da última década Após a constituição do corpus, foram identificados, selecionados e categorizados os objetivos, os sujeitos, os locais enunciados nos artigos Nesse processo, observou-se que em relação aos sujeitos, as configurações espaços planejados para a educação informal e para os programas de aprendizagem fora da escola são convergentes nas categorias: docentes, discentes e pessoas da comunidade, já na configuração experiências do dia a dia os sujeitos são a família, amigos e colegas de trabalho, e os locais são considerados os espaços naturais, onde as pessoas desenvolvem suas atividades de lazer ou de trabalho Como o nome indica, na primeira configuração os locais são estruturados fisicamente para proporcionar a aprendizagem, porém a segunda configuração é desenvolvida em todos os locais citados anteriormente Entretanto, não são apenas os locais e os sujeitos que são fatores de classificação de uma configuração informal de aprendizagem, depende também da quantidade de evidências relacionadas no contexto educacional e da intensidade em que elas aparecem: a estrutura do ambiente físico; a interferência de monitor, ou professor; grau de precisão em que se avalia a educação; a presença de um currículo a ser desenvolvido Observando essas três categorias, podemos distinguir as configurações informais de aprendizagem em determinado contexto educacional Nesta investigação também analisamos as ações enunciadas nos objetivos, e as considerações finais dos 51 artigos, sendo possível verificar que a maior parte das ações investigadas é reflexiva e descritiva, sendo convergentes entres as configurações espaços planejados para a educação informal e programas de aprendizagem realizado fora da escola Em relação às considerações finais, em todas as configurações, estão presentes a preocupação em sugerir que as experiências dos artigos sejam levadas para a sala de aula e a atenção voltada para a formação do cidadão Este trabalho produziu um conjunto de descrições sobre como estão sendo abordadas as configurações informais de aprendizagem, que poderá servir de orientação para futuras investigações
Dados da obra
- Tipo
- Dissertação (mestrado)
- Instituição
- UEL
- Ano
- 2024
- Idioma
- pt
- Palavras-chave
- Educação matemática; Matemática; Formação de professores; Educação não-formal; Mathematics education; Teacher training; Non-formal education; Study and teaching; Mathematics
- Temas
- Currículo, Formação de Professores de Matemática, Práticas Pedagógicas
- Handle
- https://repositorio.uel.br/handle/123456789/10872
- Acesso
- Texto completo na fonte
- Fontes
- BDTD/IBICT
- Na Biblioteca desde
- 01/10/2026 · verificada em 03/10/2026
Como citar
ABNT
DARTORA, Tatiany Mottin. Educadores matemáticos brasileiros e as configurações informais de aprendizagem. 2024. Dissertação (Mestrado) – UEL, 2024. Disponível em: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/10872. Acesso em: 5 nov. 2026.
APA
Dartora, T. M. (2024). Educadores matemáticos brasileiros e as configurações informais de aprendizagem [Dissertação de mestrado, UEL]. https://repositorio.uel.br/handle/123456789/10872
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